Apiterapia

Apiterapia é uma modalidade das medicinas alternativas - ou ciências alternativas - que usa os produtos da abelha (mel, própolis, pólen, geléia real, cera, apitoxina e larvas de zangão) para fins terapêuticos em seres humanos e animais. No mundo, são muitos os países que fazem uso desta terapia, inclusive sendo comum em clínicas especializadas, com profissionais de várias especialidades da área da saúde.

Origem da apiterapia

O estudo dos benefícios da apiterapia para a saúde humana é recente - cerca de 100 anos. Entretanto, há 5.000 anos os chineses já conheciam as propriedades terapêuticas dos produtos das abelhas. Nas culturas egípcia, hebraica, grega, hindu, persa e romana, entre outras, também eram conhecidas as propriedades nutritivas e terapêuticas desses produtos. Inclusive em algumas dessas culturas muitos medicamentos eram preparados com abelhas moídas e os soldados feridos, em batalhas, eram tratados com uma espécie de ungüento feito a partir do mel, porque já se sabia da sua propriedade cicatrizante.

Nos antigos escritos, Hipócrates – o pai da medicina, já fazia menção em seus textos a essa terapia. No antigo Egito, o veneno das abelhas já era utilizado no tratamento de reumatismo e de artrite. No Ocidente, notadamente na Europa, esta terapia natural é praticada há quase 100 anos, enquanto que no resto do mundo, sobretudo na Ásia e no Oriente Médio, a apiterapia já é praticada há vários séculos.

A apiterapia e a medicina tradicional

Considerada uma “terapia holística”, a apiterapia utiliza produtos 100% naturais, os quais não provocam efeitos secundários (exceto em pessoas com históricos alérgicos) e nem dependência. Os resultados obtidos na maior parte das doenças são, segundo muitos depoimentos, considerados como extraordinários.

Com respostas positivas para uma gama de patologias, a apiterapia é muito mais efetiva do que alguns tratamentos convencionais, curando doenças consideradas incuráveis ou dificilmente curáveis, como por exemplo, alguns casos de câncer, dependendo do seu estágio de desenvolvimento. Na prática é uma excelente alternativa natural aos tratamentos tradicionais, considerando os efeitos colaterais e deletérios, ao nosso organismo, decorrentes do uso indiscriminado de medicamentos farmacêuticos.

Atualmente, em detrimento dos remédios naturais, abusamos da nossa saúde ao ingerir uma enorme quantidade de produtos químicos. É incontestável que, em sua grande maioria, os medicamentos alopáticos têm efeitos positivos sobre muitas doenças, contudo, o que não se admite são seus efeitos colaterais que, por vezes, causam danos irreversíveis à saúde. Em outras palavras, ao mesmo tempo em que esses medicamentos amenizam ou alcançam a cura de determinadas doenças, eles também podem provocar sérios danos ao organismo pelo simples fato do seu uso: efeitos colaterais transitórios ou permanentes.

Estudos indicam que o uso contínuo de anti-inflamatórios provoca úlceras, osteoporose e até insuficiência renal, bem como, que a contrapartida da cura de algumas infecções por antibióticos é o enfraquecimento do sistema imunológico (imunodeficiência), de forma que o organismo fica suscetível a toda sorte de vírus oportunistas e muito perigosos. Em sentido oposto, nos tratamentos naturais são raríssimos os casos de efeitos colaterais, geralmente, como já dito, relacionados a pessoas com históricos alérgicos.

A apiterapia nos dias de hoje

A cada dia, pelo mundo, surgem mais e mais relatos sobre as benfeitorias que os produtos da colméia proporcionam à saúde humana. Muito embora seja um método terapêutico já reconhecido por muitos especialistas da área da saúde, a apiterapia ainda tem um longo caminho a percorrer, ou seja, apesar dos seus efeitos benéficos, empírica e cientificamente comprovados, a credibilidade dada a este tratamento pelos governos, sobretudo pela sociedade médica (como acontece com outros tratamentos alternativos), ainda está aquém do ideal.

Especialistas afirmam que as abelhas são tão importantes para a nossa subsistência que, se elas desaparecessem, fatalmente a humanidade se extinguiria em poucos anos, devido à sua grande importância no processo de polenização. Todavia, infelizmente, é preciso dizer que isso não é mera especulação, visto que em algumas regiões da Ásia as abelhas desapareceram em virtude do uso indiscriminado de agrotóxicos, de maneira que os governos locais se viram obrigados a importar abelhas e, consequentemente, foram forçados a repensar suas políticas agroindustriais.

Os produtos da colméia nos oferecem um método natural de cura, bem como, um método complementar de nutrição. E o mais importante disso tudo é que estão ao alcance de todos nós, pois não possuem os preços altos dos medicamentos alopáticos, inacessíveis, na maioria das vezes, para boa parte da população.

Enfim, os produtos apícolas podem ser consumidos sem perigo para a saúde, contudo, desde que quem os consuma não seja alérgico a nenhum de seus componentes, como por exemplo, aos componentes do pólen ou da geléia real. Portanto, é importante frisar que, antes de consumir qualquer produto da colméia, recomenda-se consultar sempre um apiterapeuta.

Quem consome regularmente os produtos da colméia reforça seu sistema imunológico e melhora as funções vitais do seu organismo, evitando assim inúmeras doenças.

Principais produtos utilizados na apiterapia

São cinco os principais produtos utilizados na apiterapia e todos têm complementos terapêuticos e nutricionais que facilitam o bem-estar do corpo humano. São eles: a geléia real, o pólen, o mel, o própolis e o veneno das abelas (apitoxina).

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