Apitoxinoterapia

Apitoxinoterapia é o tratamento baseado na aplicação de micro ou macrodoses (marcação imunológica do câncer) de veneno de abelha para fins terapêuticos. Consiste em aplicar o veneno diretamente da abelha em pacientes cujas patologias são tratáveis por seus componentes: melitina (imunossupressor), apamina (analgésico) e peptídeo MCD (anti-inflamatório).

Microdose é a inoculação de 2 microgramos de veneno (apitoxina) de abelha viva num lapso de 1 a 2 segundos, sem ultrapassar os 30 microgramos por sessão. Já a macrodose se caracteriza pela inoculação da apitoxina por 1 ou 2 minutos a fim de se marcar imunologicamente o câncer através da melitina.

A aplicação de microdoses assegura que o sistema imunológico não produza no futuro um bloqueio ao veneno, o que isto tornaria inútil as aplicações futuras. As doses elevadas visando apenas reverter processos inflamatórios ou quadros agudo-crônicos de dor só produzem analgesia e não melhoram a enfermidade.

Microdoses

Os pontos da apitoxinoterapia são lugares com dores, inflamações ou que sofrem ataque autoimune. Doenças com dor: artrite reumatóide, artrose, fibromialgia, miastenia, tendinite, ombro congelado, síndrome do túnel do carpo entre outras.

Também existem pontos da apitoxinoterapia onde não há dor. Doenças sem dor: Psoríase, esclerodermia e tinitus.

Há também pontos da apitoxinoterapia em que não há dor por conta da insensibilidade. Insensíveis: esclerose múltipla, paralisia por acidentes vasculares.

Zona de microdoses

A zona de microdose se relaciona com a produção de imunoglobulinas ou anticorpos IgG4. Este tipo de proteína é característica da tolerância imunológica, que permite aos componentes do veneno realizar seus efeitos terapêuticos: analgésico, anti-inflamatório e imunossupressor.

Todas as aplicações pertinentes a esta referida zona se dão por ferrões que permanecem cravados pelo lapso temporal de 1 a 2 segundos, inoculando somente 2 microgramos de veneno b/s.

As terapias são realizadas semanalmente e o número de microdoses é aumentado progressivamente para que o organismo do paciente se adapte aos poucos à apitoxina, mas sem superar os 30 microgramos por sessão.

Com trinta microgramos como máximo, a microdose assegura que o organismo do paciente sempre produza IgG4 frente à inoculação do veneno. Isto pode comprovar-se com exames imunológicos com o soro anti-IgE para o veneno. As microdoses estão abaixo do limite de ativação imunológica.

Este procedimento se recomenda para todas as patologias que envolvam dor, inflamação e autoimunidade.

Macrodoses (Câncer)

• Marcação imunológica do câncer.

• Normalmente, ao dia, produz-se no organismo células alteradas (ou malignas), por diversos motivos, que o sistema imunológico detecta (Linfocitos T) e ativa sua destruição.

• Quando o sistema imunológico está enfermo ou alterado, estas células se multiplicam até se formar um tumor capaz de secretar substâncias que produzem uma angiogêneses e ocultar seus antígenos.

• A melitina do veneno das abelhas tem grande afinidade bioquímica pelas células cancerígenas e se une às membranas das células do tumor.

• O ferrão cravado por 1 a 2 minutos (macrodose) proporciona uma quantidade suficiente de melitina para marcar imunologicamente o tumor e permitir aos linfocitos T seu reconhecimento e posterior destruição.

Zona de macrodoses

Na zona de macrodoses se inicia a resposta imunológica que se relaciona com a produção de imunoglobulinas ou anticorpos IgE. São proteínas características das alergias e bloqueio dos antígenos. As macrodoses estão, portanto, no nível da ativação imunológica.

O paciente tratado com tais doses só experimenta analgesia por 48 ou 72 horas. Sem efeitos anti-inflamatórios, nem imunossupressores. Não raro pode produzir eritema e prurido intenso.

Estas doses permitem aos apicultores receberem 30 ou 50 ferroadas acidentais das abelhas diariamente, sem sentir grandes conseqüências, porque todo o veneno recebido é bloqueado pelas IgE circulantes em seu sistema sanguíneo. Tornaram-se imunes ao veneno das abelhas.

Fonte: INSTITUTO LATINOAMERICANO DE APITERAPIA e www.apitox.eu

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